2026: quando o tempo deixa de pedir permissão.
O Ano Astrológico começa tradicionalmente em Março com com a entrada do Sol em Áries, marcando o Equinócio de Primavera no Hemisfério Norte e de Outono no Sul, simbolizando um novo ciclo zodiacal de renovação e novos inícios.
No dia 1.º de janeiro a comemoração é baseada no calendário gregoriano, mas observando os trânsitos astrológicos, conseguimos estudar e elaborar as previsões.
Depois de um 2025 marcado por pausas forçadas, ajustes lentos e travessias internas, o novo ano não chega pedindo preparo, chega exigindo movimento. Há uma sensação difusa de urgência no ar, como se a vida dissesse: não dá mais para adiar.
Essa mudança de tom vem do reencontro entre Saturno e Netuno em Áries, agora no grau zero do Zodíaco. Não é um ponto qualquer: é o início absoluto, o lugar onde tudo começa antes de estar pronto. Aqui, não se age porque há garantias, age-se porque existir passa a ser mais forte do que hesitar.
Se 2025 foi um tempo de encerramentos silenciosos, dissolvendo o que já não se sustentava, e uma ida e volta de assuntos, 2026 abre o primeiro capítulo do novo ciclo.
A espera perde sentido. O céu pede iniciativa.
O cenário de 2026 é marcado por aceleração e mudanças decisivas:
Saturno e Netuno em Áries rompem estruturas antigas e inauguram fundações ainda frágeis, mas inevitáveis.
Urano em Gêmeos acelera comunicação, tecnologia, inteligência artificial e novas formas de pensar e aprender.
Júpiter em Câncer (até junho) amplia a importância dos vínculos, da base emocional e do pertencimento.
Júpiter em Leão (a partir de julho) desloca o foco para expressão, visibilidade e liderança pessoal.
Plutão em Aquário segue reformulando as estruturas sociais, tecnológicas e o jogo de poder nas redes.
2025 e 2026 não se explicam separadamente.
Um fecha portas e o outro atravessa o que ficou aberto.
O grau zero de Áries exige ação. O que estava travado começa a andar, ainda que cercado de dúvidas. O movimento vem antes da clareza.
Essa conjunção pode gerar medo, angustia, ansiedade, a grande sacada e aprender a lidar com isso e entender que ciclos se fecham para outros ciclos começarem.
Júpiter em Câncer no primeiro semestre.
Até junho, o céu favorece fortalecimento interno. Cuidar dos vínculos, organizar a vida emocional, criar base e sustentação. O crescimento começa pelo chão que se pisa. Nada de pular etapas.
Júpiter em Leão no segundo semestre.
A partir de julho, a energia se desloca para fora. Criatividade, protagonismo e visibilidade entram em cena. Projetos autorais ganham destaque, mas só se houver verdade por trás da imagem. O brilho vazio não se sustenta.
Com Júpiter em Leão tensionando Plutão em Aquário, o segundo semestre expõe conflitos entre indivíduo e coletivo, carisma pessoal e força das massas. Lideranças são testadas, narrativas são questionadas e máscaras tendem a cair.
Urano em Gêmeos intensifica esse processo ao transformar radicalmente a comunicação. A inteligência artificial deixa de ser promessa futura e se torna um campo real de disputa ética, criativa e econômica.
Abril: o ponto sensível do ano
Abril funciona como um teste de realidade.
Marte ativa Saturno e Netuno, revelando fragilidades estruturais. O que não tem base perde sustentação. Conflitos se tornam explícitos. Decisões exigem estratégia, não impulso.
2026 fala de reconstrução e coragem.
2026 não vem para acolher confortos antigos.
Ele aponta direção.
É um ano que pede ação em meio à incerteza e responsabilidade emocional.
Lembrando que para uma analise completa, precisamos observar o mapa individual de cada um.
Que seja um ano potente na vida de todos.
Com carinho,
Alegria